O advogado e ex-secretário do Ministério do Trabalho no governo do presidente Lula, Magno Lavigne, destacou o legado de Santa Dulce dos Pobres para a Bahia e o Brasil, especialmente sua dedicação às pessoas mais pobres e em situação de vulnerabilidade.
Em publicação nas redes sociais, intitulada “Coisas que aprendi com Santa Dulce dos Pobres: lições que seguem nos inspirando no nosso jeito de cuidar das pessoas”, Magno Lavigne ressaltou a importância da trajetória da religiosa e os ensinamentos deixados por ela.
“Hoje, 13 de agosto, celebramos Santa Dulce dos Pobres, uma mulher que fez da fé, do amor e da solidariedade um compromisso diário com quem mais precisava”, declarou.
Na publicação, Magno também destacou que o exemplo de Santa Dulce ultrapassa a dimensão religiosa e representa um compromisso com a dignidade humana.
“Seu exemplo nos lembra que cuidar das pessoas é também lutar por dignidade, oportunidades e uma vida mais justa para todos”, ressaltou.
Ao finalizar a mensagem, o advogado reforçou a importância de manter vivo o legado da religiosa baiana.
“Que o legado de Santa Dulce continue nos ensinando que esperança se constrói com esperança, coragem e ação. Viva Santa Dulce dos Pobres!”, finalizou.
*Legado social*
Santa Dulce dos Pobres dedicou sua vida ao atendimento de pessoas pobres, enfermas e em situação de vulnerabilidade. Sua atuação deu origem às Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), uma das principais instituições filantrópicas do país, com atuação nas áreas de saúde, assistência social e educação.
Nesta quinta-feira, 13 de agosto, é celebrado o dia litúrgico de Santa Dulce dos Pobres, data especialmente significativa na Bahia e para milhares de pessoas que reconhecem sua trajetória de fé, solidariedade e dedicação aos mais necessitados.
Nascida Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, em 26 de maio de 1914, em Salvador, Santa Dulce faleceu em 13 de março de 1992, também na capital baiana. Foi beatificada em 2011 e canonizada em 13 de outubro de 2019, pelo Papa Francisco, passando a ser reconhecida oficialmente como Santa Dulce dos Pobres.
Conhecida como “Anjo Bom da Bahia”, ela se tornou um dos maiores símbolos de solidariedade e assistência aos pobres no Brasil.




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