sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Angelo Coronel escancara descaso com semiárido em meio à disputa pelo Senado

 








O Nordeste concentra 60% de todo o semiárido brasileiro e recebe apenas 15% dos recursos do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), o programa federal que financia crédito para agricultura familiar. A distância entre os dois números define o problema: a região que mais precisa de política de convivência com a seca é a que menos recebe instrumento para enfrentá-la.


O desequilíbrio não é novo, mas ganha outro peso quando confrontado com o discurso eleitoral do PT na Bahia. É a região que historicamente sustenta vitórias petistas nas urnas, e que segue tratada como prioridade retórica, não orçamentária. Cabra, roça, cultura de subsistência: o pequeno produtor do sertão baiano segue sem acesso proporcional ao crédito que poderia sustentar sua produção diante do clima mais hostil do país.


O senador Angelo Coronel transformou este diagnóstico em PL antes de qualquer discurso de campanha. O PL 1389/2026 estabelece diretrizes para direcionar crédito rural e instrumentos de gestão de risco para produtores do semiárido, com foco em adaptação às condições climáticas da região e o PL 3309/2026 cria a Política Nacional de Desenvolvimento Produtivo do Semiárido Brasileiro e o Programa Sertanejo Vencedor, com eixos em segurança hídrica, agropecuária adaptada à seca e fortalecimento de pequenos produtores, sem despesa obrigatória nova, com uso de fundos constitucionais e regionais já existentes.


Não se trata de reclamar do PT por reclamar, mas de mostrar que existe alternativa legislativa pronta para um problema que a gestão estadual e federal conhecem há décadas e nunca resolveram. Convivência com a seca não se resolve com discurso de vitória eleitoral repetido a cada quatro anos. Resolve-se com crédito, seguro, água e infraestrutura, o que falta ao semiárido baiano não é atenção em ano de eleição, é política pública fora dele.

Itaju do Colônia: Sem projeto e sem o que fazer, vereador Aires tenta criar palco político contra mudança de nomes de avenidas









Sem apresentar projetos ou propostas que contribuam efetivamente para o desenvolvimento de Itaju do Colônia, o vereador Aires agora tenta criar um palco político em torno da proposta de mudança dos nomes das Avenidas Zelito Fontes e Ângelo Magalhães. A postura reforça uma lógica do “quanto pior, melhor”, que pouco acrescenta ao debate público e acaba gerando cada vez mais rejeição à sua atuação política.


A tentativa de transformar uma discussão administrativa em disputa política também parece buscar ofuscar uma das obras que mais mudou a paisagem urbana de Itaju do Colônia e que já se tornou um verdadeiro cartão-postal da nossa cidade. A população quer avanços, melhorias e resultados, e não disputas políticas que não tragam nenhum benefício concreto para o município.


É legítimo que qualquer vereador apresente sua opinião e faça o debate democrático, mas é preciso questionar quando a política passa a ser utilizada apenas para criar obstáculos e tentar diminuir conquistas importantes para a cidade. Itaju do Colônia precisa de união, trabalho e compromisso com o futuro — não de quem torce contra para tentar transformar qualquer conquista em palanque político.


ESPAÇO ABERTO PARA DEFESA: O Blog Plantão 24h permanece à disposição dos citados para manifestação, esclarecimentos ou apresentação de sua versão sobre os fatos.


Jayminho Vieira Lima aposta no “santinho eletrônico” para ampliar pedido de votos









Com a proximidade das eleições, o tradicional “santinho” de papel ganhou uma nova versão. Em vez de circular apenas pelas mãos dos eleitores, o material agora também chega pelas redes sociais e aplicativos de mensagens.

Foi nesse formato que Jayminho Vieira Lima decidiu intensificar sua mobilização. Em uma mensagem encaminhada a amigos e apoiadores, ele relembrou a forma como os pedidos de votos eram feitos antigamente, com visitas, distribuição de santinhos e o envio de material às casas dos eleitores.

Jayminho afirmou que, apesar das mudanças provocadas pela tecnologia, não abre mão de acompanhar o material com um pedido pessoal de voto. Segundo ele, a intenção é manter a proximidade com aqueles que fazem parte da sua rede de contatos.

Na mensagem, o político também pediu compreensão daqueles que já possuem candidato ou seguem uma linha política diferente da sua, agradecendo a oportunidade de novamente se comunicar com os destinatários.

Ao final, Jayminho reforçou o pedido de apoio e convocou os amigos a ajudarem na mobilização em torno do número 1518.

A estratégia mostra como o contato político tradicional vem sendo adaptado aos novos meios de comunicação, transformando o antigo santinho de papel em uma ferramenta digital de mobilização.