O secretário de Qualificação, Emprego e Juventude do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Magno Lavigne, participou, nesta segunda-feira, no município de Almadina, do lançamento de uma ação do Programa Manuel Querino de Qualificação Social e Profissional. A iniciativa é voltada à formação de trabalhadores e trabalhadoras da cadeia produtiva do cacau, com atenção especial à agricultura familiar.
A agenda reuniu produtores de cacau, representantes do setor produtivo, gestores públicos, pesquisadores e instituições de ensino, em um momento estratégico para o território, marcado pela necessidade de fortalecer a produção, o trabalho e a geração de renda no campo.
A ação do Programa Manuel Querino é uma iniciativa do Ministério do Trabalho e Emprego, executada em articulação com o IF Baiano, a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e o Projeto Cacau 500, que atua na promoção da inovação, da sustentabilidade e do aumento da produtividade na cacauicultura.
O evento contou com a presença de Marcel Barreto, prefeito de Almadina; Valderico Júnior, prefeito de Ilhéus; Joana Angélica Guimarães, reitora da UFSB; Josué Oliveira, diretor-geral do IF Baiano – Campus Uruçuca; além de Ivan Costa, diretor da Consultale e representante do Projeto Cacau 500, e Jarlei Lopes, vice-prefeito de Almadina. As presenças reforçaram a articulação entre poder público, universidades e iniciativas voltadas ao desenvolvimento regional.
Durante a agenda, Magno Lavigne destacou que a qualificação profissional precisa estar conectada à realidade do território. “Não se trata apenas de oferecer cursos, mas de construir oportunidades reais para quem vive da agricultura familiar e do trabalho no campo. Quando a formação dialoga com a produção local, ela gera renda, fortalece a permanência das famílias no território e promove desenvolvimento”, afirmou.
Segundo o secretário, o Programa Manuel Querino foi pensado para responder às vocações econômicas de cada região. “Qualificar é transformar. É fazer com que a política pública chegue na vida real das pessoas e ajude a mover a economia com inclusão”, concluiu.







