sábado, 29 de agosto de 2026

ASFALTO CHEGA AOS BAIRROS E IMPULSIONA TRANSFORMAÇÃO EM TODA A CIDADE

 









A chegada do asfalto aos bairros representa muito mais do que uma nova pavimentação. É uma transformação que começa nas ruas e reflete diretamente na rotina da população.

Com o avanço das obras por diferentes pontos da cidade, moradores passam a contar com mais mobilidade, segurança, facilidade no deslocamento e valorização dos imóveis.

Para quem enfrenta diariamente a poeira, a lama e as dificuldades de acesso, a pavimentação significa uma mudança concreta. É benefício para quem trabalha, estuda, circula pela cidade e precisa se deslocar com mais tranquilidade.







E quem vive a realidade dos bairros sabe reconhecer quando a mudança chega de verdade.

O povo vê. O povo sente. O povo reconhece.

Com mais ruas pavimentadas, a cidade avança, ganha infraestrutura e oferece mais dignidade e qualidade de vida para a população

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

De Coração de Maria ao Senado: a trajetória de Angelo Coronel*









Aos nove anos, um menino deixou Coração de Maria para estudar em Salvador. Na mala, pouca coisa. Na formação, o exemplo de uma mãe professora e a presença constante do pai, a certeza, vinda de casa, de que educação abre caminho. Essa distância ensinou cedo o valor do trabalho e da responsabilidade. Décadas depois, aquele menino se tornaria engenheiro, empresário, prefeito, deputado e hoje ocupa uma cadeira no Senado da República: Angelo Coronel.


A trajetória começou na sala de aula, como professor particular de matemática e física, antes de se formar em engenharia e abrir a própria empresa. Da experiência de empreender nasceu a entrada na política, primeiro como prefeito de Coração de Maria. Foi ali, na porta de uma prefeitura do interior, que Coronel aprendeu onde a vida realmente acontece: na mãe que busca atendimento para o filho, na comunidade que cobra uma creche, no agricultor que precisa de estrada para escoar a produção.


A própria vivência definiu o mandato no Senado, conquistado com quase quatro milhões de votos baianos. Como relator da proposta que passou a exigir cacau de verdade no chocolate, Coronel defendeu produtores e municípios que dependem da atividade cacaueira. Autor da proposta que reduz a contribuição previdenciária de pequenas prefeituras, abriu espaço no orçamento municipal para saúde, educação e infraestrutura. Como relator do orçamento da União, garantiu recursos para o programa Gás do Povo e para o Minha Casa, Minha Vida, decisões que chegam à mesa e ao teto de milhares de famílias.


Ao lado de ACM Neto na aliança "Unidos para Mudar a Bahia", Coronel carrega para a nova etapa a mesma bússola que trouxe do interior: presença onde o poder público costuma faltar. Não é a promessa de um caminho sem obstáculo, mas assumir o compromisso de enfrentar cada um deles, com a experiência de quem já administrou cidade com recurso limitado e cobrança diária.


Da sala de aula à Câmara, da prefeitura ao Senado, a história de Angelo Coronel se resume em direção: de gente para gente. O senador da gente.

*A resposta que o Congresso já tinha para o dilema que trava o STF*










O STF adiou nesta quinta-feira (27/8) o julgamento que decide se motoristas de aplicativo mantêm vínculo empregatício com plataformas como Uber e Rappi. Sem data marcada, o caso ficou para trás na fila, atrás da discussão sobre o Marco Civil da Internet e o impasse segue aberto para os cerca de 1,7 milhão de motoristas de aplicativo, segundo dados oficiais recentes divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


A indefinição expõe um vazio identificado pelo Senado quatro anos antes. Em 2021, Angelo Coronel apresentou o Projeto de Lei 2842, com uma saída que hoje parece antecipação: garantia previdenciária ao motorista, sem transformar o vínculo em encargo trabalhista pleno para as empresas. Pelo texto, a plataforma recolhe contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) com base em um salário mínimo, e o profissional permanece como contribuinte individual, sem carteira assinada, mas com proteção assegurada.


De um lado, empresas resistem a qualquer reconhecimento trabalhista sob o argumento da livre iniciativa. Do outro, decisões da Justiça do Trabalho impõem vínculo integral e ameaçam o próprio modelo de aplicativos. Coronel encontrou o meio-termo entre esses dois pontos: previdência garantida, flexibilidade preservada e transparência total para o consumidor sobre cada valor cobrado.


O entrave que faz o projeto não andar vem da política. Desde 2022, o PL 2842 aguarda apenas designação de relator na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor. Nenhuma controvérsia justifica a paralisação, mas boa vontade para tirar o texto da gaveta.


Enquanto ministros discutem se cabe ao Judiciário decidir o futuro de uma categoria inteira, Coronel repete um argumento simples: isto é assunto de Congresso, não de Corte. E o Senado, ao contrário do silêncio em torno do projeto, tem a resposta pronta há quatro anos.