A democracia se fortalece quando o combate ao crime anda junto com o respeito à Constituição.
Foi nisso que Magno Lavigne tocou, ao defender a apuração transparente dos fatos na operação do Ilê Axé Opô Aganju.
Segurança pública e liberdade religiosa não são inimigas.
Terreiros de matriz africana são patrimônio cultural, religioso e histórico. E a lei protege a liberdade de crença e pune a intolerância.
Defender esses direitos não é impedir a polícia de agir, é garantir que toda ação ocorra dentro da lei e com dignidade humana.
Ao se posicionar, Magno reafirma o compromisso com uma Bahia mais justa, onde a lei seja aplicada com rigor, mas também com humanidade, fortalecendo a democracia e o respeito entre todas as crenças.

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